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Molduras boas não salvam quadros ruins.

  • Foto do escritor: Home e  Marketing
    Home e Marketing
  • 24 de fev. de 2025
  • 1 min de leitura

Tem gente que capricha tanto na embalagem que esquece de olhar o que tem dentro. Tipo aqueles restaurantes lindíssimos, super instagramáveis, mas que servem uma comida sem graça. Ou aquela pessoa que se veste impecável, mas quando abre a boca só solta clichê vazio. É sobre isso: molduras boas não salvam quadros ruins.



Vivemos numa era de curadoria. Tudo precisa ser esteticamente agradável, digno de um feed bem organizado, de um close perfeito nos stories. E não tem nada de errado em querer as coisas bonitas, pelo contrário. Mas, e o conteúdo? E a essência? A gente tem se preocupado com isso?


Tem relacionamento que é só moldura bonita. O casal faz fotos incríveis, declarações emocionantes em datas comemorativas, mas na vida real… um grande nada. Tem trabalho que parece um sonho no LinkedIn, mas é um verdadeiro pesadelo na rotina. Tem gente que constrói uma imagem de autoconfiança, mas vive se sentindo um impostor por dentro. E aí?

Se a base não é sólida, não adianta polir a superfície. Um quadro mal pintado pode até ganhar um ornamento luxuoso ao redor, mas no fim do dia, continua sendo um quadro ruim. A moldura só disfarça, não transforma.


A verdade é que o valor está na arte, na construção real, na experiência verdadeira. É sobre saber quem se é, não só quem se parece ser. No final, um quadro bom não precisa de uma moldura cara pra ser incrível. Ele brilha sozinho.

 
 
 

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