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Como a Copa do Mundo de 2026 pode influenciar o seu cliente?

  • Foto do escritor: Home e  Marketing
    Home e Marketing
  • 20 de jan.
  • 3 min de leitura

A Copa do Mundo de 2026 ainda parece distante no calendário, mas, na cabeça e no comportamento das pessoas, ela já começou. E se você trabalha com marcas, produtos ou serviços, vale o alerta: o seu cliente vai mudar, e não é pouco. A Copa não é só futebol. É emoção, pertencimento, conversa de bar, trends, consumo por impulso e decisões guiadas muito mais pelo coração do que pela razão.



Em 2026, o Mundial será o maior da história, com 48 seleções e jogos espalhados por Estados Unidos, Canadá e México. Isso significa mais tempo de competição, mais histórias, mais narrativas e, claro, mais oportunidades para marcas se conectarem com o público de forma relevante.


O cliente entra em “modo Copa” (e isso muda tudo)


Durante a Copa, as pessoas se permitem sentir mais. Elas torcem, se frustram, comemoram, choram, se conectam com desconhecidos e compartilham tudo nas redes. Esse estado emocional deixa o consumidor mais aberto a experiências, mais propenso a gastar e muito mais atento a marcas que entendem o clima do momento.


Não é à toa que produtos sazonais disparam, bares lotam, serviços de delivery crescem e o consumo de entretenimento explode. O cliente não quer só comprar. Ele quer viver a Copa, e espera que as marcas façam parte disso.


Conteúdo vira conversa, não propaganda


Em ano de Copa, ninguém tem paciência para discurso engessado. O cliente quer marcas que entrem na conversa, que saibam brincar, reagir em tempo real e se posicionar com criatividade. Memes, comentários rápidos, ações oportunas e linguagem próxima ganham muito mais força do que campanhas frias e distantes.


Quem entende o timing cultural sai na frente. Quem ignora, vira ruído.


Comunidade, pertencimento e identidade


A Copa reforça algo poderoso: o senso de “nós”. As pessoas querem se sentir parte de algo maior, seja torcendo pela seleção, seja defendendo causas, valores ou estilos de vida. Marcas que conseguem se conectar a esse sentimento, sem forçar a barra, constroem vínculos emocionais que vão muito além do evento esportivo.


O cliente passa a escolher marcas que representam quem ele é, o que ele acredita e como ele quer ser visto.


Decisões menos racionais, mais emocionais


Durante a Copa, o consumo é muito mais emocional. A compra acontece no calor do momento, no impulso da comemoração, na vontade de participar. Promoções temáticas, edições especiais e experiências personalizadas tendem a funcionar melhor porque falam direto com o estado emocional do público.


O cliente até compara preços, mas, na maioria das vezes, escolhe quem entrega emoção, identificação e experiência.


E depois que a Copa acaba?


O mais interessante é que os efeitos não terminam no apito final. Marcas que souberam se posicionar bem durante a Copa colhem resultados no pós-evento: mais lembrança, mais engajamento, mais confiança. O cliente passa a enxergar essas marcas como próximas, humanas e conectadas com o mundo real.


No fim das contas, a Copa do Mundo de 2026 não vai influenciar apenas o que o seu cliente assiste, veste ou consome por alguns dias. Ela vai influenciar como ele se relaciona com marcas, o que espera delas e quais permanecem relevantes na memória quando a festa acaba.


A pergunta não é se o seu cliente será impactado pela Copa. Ele será. A pergunta é: a sua marca vai entrar em campo ou assistir do banco?

 
 
 

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