

Seu próximo iPhone pode não ser seu. E talvez esse seja o futuro de tudo
Quando foi a última vez que você comprou alguma coisa para chamar de sua? Não estou falando de um café ou de uma camiseta. Estou falando de algo que, depois de pago, continuou sendo seu sem depender de uma mensalidade, de uma licença ou da boa vontade de uma empresa para continuar funcionando. A pergunta parece estranha, mas faz cada vez mais sentido. Nos últimos dias, a Apple apresentou nos Estados Unidos o Apple Upgrade, um programa que permite ao consumidor usar iPhones, M
há 4 horas3 min de leitura


Gente, nem todo pensamento precisa de um diagnóstico
Teve uma época em que a gente entrava no Google para descobrir a letra de uma música. Hoje, a gente entra para descobrir se tem um transtorno. Basta sentir ansiedade antes de uma apresentação, esquecer onde colocou a chave ou ter um pensamento estranho durante o dia para aparecer alguém nas redes sociais dizendo: "Isso pode ser um sinal de..." E pronto. O algoritmo faz o resto. Nos últimos anos, poucas expressões se popularizaram tanto quanto "pensamento intrusivo". O termo s
há 1 dia2 min de leitura


Não fique escravo das suas próprias virtudes
Tem uma ideia que a gente aprende desde pequeno e quase nunca questiona: quanto mais uma qualidade, melhor. Ser dedicado, gentil, responsável, organizado, perfeccionista. Tudo isso parece uma receita pronta para uma vida de sucesso. Mas existe um detalhe que pouca gente comenta: até as nossas maiores virtudes podem virar prisão. Vivemos em uma época em que todo mundo tenta ser a melhor versão de si o tempo inteiro. A produtividade virou medalha, a simpatia virou obrigação e a
há 3 dias2 min de leitura


O consumo como compensação emocional
Por que comprar pode parecer uma forma de aliviar sentimentos. Nem sempre as pessoas compram porque precisam de algo. Muitas vezes a compra surge depois de um dia difícil, após uma frustração ou simplesmente como tentativa de melhorar o humor. Esse comportamento, bastante comum, tem sido cada vez mais analisado por pesquisadores do comportamento humano. Em muitos casos, o consumo funciona como uma forma de compensação emocional, um mecanismo pelo qual o indivíduo tenta regula
11 de mar.3 min de leitura


A curadoria virou poder
Em um mundo de excesso, quem escolhe o que importa ganha influência. Nunca houve tanta informação disponível ao mesmo tempo. Todos os dias são publicados milhões de vídeos, textos, fotografias e opiniões nas plataformas digitais. Produtos novos surgem constantemente, tendências aparecem e desaparecem em ritmo acelerado e o fluxo de estímulos parece não ter pausa. Nesse cenário, uma mudança silenciosa começou a ganhar força. O verdadeiro poder deixou de estar apenas na produçã
11 de mar.3 min de leitura








