

O básico bem feito já é fazer muito. Confia!
Existe uma espécie de competição silenciosa pela complexidade. Parece que, para alguma coisa ter valor hoje, ela precisa ser inovadora, sofisticada, diferente, extraordinária. O simples quase sempre parece pouco. E talvez esse seja um dos motivos pelos quais tanta gente esteja cansada de tentar fazer tudo ao mesmo tempo. Na vida pessoal, no trabalho, nos relacionamentos e até na forma como consumimos informação, criamos uma expectativa de que sempre precisamos ir além. Não ba
há 2 dias3 min de leitura


Não se constrói um lar na velocidade do algoritmo
Vivemos em uma época em que quase tudo parece precisar acontecer rapidamente. Uma tendência nasce e desaparece em poucos dias, uma receita é ensinada em menos de um minuto e grandes transformações são resumidas em vídeos de poucos segundos. O algoritmo nos acostumou à ideia de que os processos podem, e talvez devam, ser acelerados. O problema é que essa lógica começa a ultrapassar a tela e interferir na maneira como nos relacionamos com a própria vida. Isso fica especialmente
17 de ago.3 min de leitura


A vida muda quando você entende que precisa se salvar
Existe uma ideia bastante confortável de que, em algum momento, alguém vai aparecer para colocar nossa vida no lugar. Pode ser um relacionamento, uma amizade, uma oportunidade profissional ou até mesmo uma mudança inesperada de cenário. É comum depositarmos parte das nossas expectativas nessas possibilidades porque admitir que somos responsáveis pelas próprias escolhas é, muitas vezes, muito mais assustador. O problema é que essa espera pode se transformar em uma espécie de p
10 de ago.3 min de leitura


O sofrimento não transforma todo mundo
Tem uma frase que aparece de vez em quando nas redes sociais e sempre divide opiniões: "Eu não espero gentileza de quem nunca conheceu a dor." De um lado, gente dizendo que faz todo sentido. Do outro, quem acha um exagero. Mas talvez a discussão mais interessante esteja justamente no meio. A gente costuma acreditar que a dor, por si só, transforma as pessoas. Que quem já passou por uma perda, por uma decepção ou por um momento difícil automaticamente desenvolve empatia. Seria
4 de ago.2 min de leitura


Seu próximo iPhone pode não ser seu. E talvez esse seja o futuro de tudo
Quando foi a última vez que você comprou alguma coisa para chamar de sua? Não estou falando de um café ou de uma camiseta. Estou falando de algo que, depois de pago, continuou sendo seu sem depender de uma mensalidade, de uma licença ou da boa vontade de uma empresa para continuar funcionando. A pergunta parece estranha, mas faz cada vez mais sentido. Nos últimos dias, a Apple apresentou nos Estados Unidos o Apple Upgrade, um programa que permite ao consumidor usar iPhones, M
31 de jul.3 min de leitura








