

A estética do corpo funcional está substituindo o corpo perfeito
E o mercado já está faturando pesado com isso. Durante décadas, o “corpo perfeito” foi uma construção estética impulsionada por revistas, modelos e feeds do Instagram. Mas hoje, a conversa mudou e o mercado já percebeu antes do público: corpo funcional não é só visual, é comercialmente estratégico. O setor de fitness no Brasil foi avaliado em aproximadamente USD 12,3 bilhões (cerca de R$ 66 bilhões) em 2022 e projeta crescimento constante nos próximos anos, com receita total
há 5 horas2 min de leitura


A crise da originalidade na era da IA
Quando criar ficou barato e ser relevante ficou caro. Nunca se produziu tanto conteúdo. E paradoxalmente, nunca foi tão difícil capturar atenção real. Ferramentas como OpenAI e Midjourney reduziram drasticamente o custo de criação. O que antes exigia equipe, tempo e orçamento hoje pode ser feito em minutos. A barreira técnica caiu. A barreira estratégica subiu. Segundo relatórios recentes de mercado, o volume de conteúdo publicado por marcas cresceu exponencialmente nos últim
há 5 horas3 min de leitura


A ansiedade silenciosa da economia da atenção
Relevância virou moeda. Na economia digital, atenção é ativo. Visibilidade é capital. E desaparecer do radar pode significar perder oportunidades, mercado e influência. O medo de ficar irrelevante deixou de ser insegurança pessoal, ele virou risco estratégico. A economia da atenção não perdoa Segundo dados amplamente divulgados por relatórios de mercado, o tempo médio de atenção online caiu drasticamente na última década. Plataformas como TikTok operam com retenção nos primei
há 5 dias3 min de leitura


A era do micro-pertencimento
Nunca foi tão fácil encontrar “a sua turma”. E nunca foi tão difícil sentir que você realmente pertence a algum lugar. Estamos vivendo a era do micro-pertencimento: pequenas comunidades hiper específicas que se formam em torno de gostos, estéticas, rotinas, crenças, nichos e até micro-obsessões. Não é mais sobre “gostar de moda”. É sobre gostar de uma estética muito específica, com códigos próprios, linguagem própria e referências próprias. O pertencimento deixou de ser amplo
há 5 dias2 min de leitura


A romantização do básico
Café coado. Camiseta branca. Mesa de madeira. Domingo sem planos. De repente, o básico virou aspiracional. Nas redes sociais, o excesso perdeu força para a estética do simples: casas minimalistas, rotinas silenciosas, receitas com poucos ingredientes, looks neutros, playlists calmas. A vida comum, aquela que antes parecia sem graça, ganhou filtro, luz natural e legenda reflexiva. Mas a pergunta que atravessa essa tendência é incômoda: Estamos simplificando por escolha… ou por
há 5 dias2 min de leitura













